Em 28 de julho de 2025, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atualizou a tabela de frete que estabelece o valor mínimo a ser cobrado por quilômetro percorrido no transporte rodoviário de cargas. A revisão levou em conta diversos fatores de custo, com destaque para os salários dos motoristas e o preço dos combustíveis.
A tabela de frete é um parâmetro fundamental para o setor, porque define o piso que deve ser respeitado por quilômetro rodado. Isso ajuda a garantir que as transportadoras e os caminhoneiros autônomos recebam uma remuneração justa pelos serviços prestados e que os custos da operação sejam repassados de forma adequada ao longo da cadeia.
Continue acompanhando as próximas mudanças do setor sem depender do acaso.
Receba no e-mail a curadoria da Nacional com os movimentos que realmente exigem decisão de operação, frete e gestão.
Deixe seu e-mail para receber a proxima leitura relevante.
As atualizações periódicas existem justamente porque os custos da atividade mudam o tempo todo. O diesel responde por uma fatia expressiva do custo de uma viagem, e qualquer variação relevante no seu preço pressiona toda a operação. Além do combustível, a ANTT considera itens como manutenção, pneus, pedágios, depreciação do veículo e a mão de obra do condutor. Quando esses componentes sobem, a tabela é recalculada para que o piso continue cobrindo os custos reais.
Com a nova versão em vigor, as empresas precisam revisar suas planilhas de custo, atualizar os sistemas de cotação e renegociar contratos para assegurar a conformidade com as diretrizes da ANTT. Ignorar a atualização traz riscos concretos: contratar abaixo do piso pode gerar autuações, multas e a obrigação de complementar o valor pago ao transportador. Por isso, acompanhar de perto cada revisão e ajustar rapidamente as operações é parte essencial de uma gestão logística saudável.

