O transporte rodoviário é uma das principais atividades econômicas do país, mas é comum que as transportadoras enfrentem desafios que afetam diretamente o lucro. Entre os gargalos que mais elevam custos e reduzem a eficiência das operações estão a falta de planejamento, a má gestão de rotas, a ineficiência no consumo de combustível, a dificuldade de monitorar a frota e a ausência de tecnologia adequada para gerenciar tudo isso.
O primeiro grande vilão é a ineficiência no consumo de diesel. Como o preço do combustível oscila constantemente e representa parte expressiva do custo de cada viagem, pequenas perdas se acumulam em prejuízos relevantes ao longo do mês. Estilo de direção, calibragem de pneus, manutenção em dia e, principalmente, rotas mal planejadas pesam diretamente nesse item. Quilômetros rodados sem necessidade são, na prática, dinheiro queimado.
Continue acompanhando as próximas mudanças do setor sem depender do acaso.
Receba no e-mail a curadoria da Nacional com os movimentos que realmente exigem decisão de operação, frete e gestão.
Deixe seu e-mail para receber a proxima leitura relevante.
A má gestão de rotas é o segundo obstáculo e está diretamente ligada ao primeiro. Trajetos mal definidos geram atrasos, aumentam os custos com mão de obra e combustível e ainda comprometem o nível de serviço prometido ao cliente. Soma-se a isso a dificuldade de monitorar a frota: sem visão clara do que acontece em tempo real, a empresa demora a identificar problemas, não consegue agir preventivamente e fica refém de informações desencontradas, o que prejudica a segurança e a pontualidade.
O quarto e o quinto gargalos — falta de planejamento e ausência de tecnologia — funcionam como amplificadores de todos os outros. É justamente aí que entra um sistema de gerenciamento de transporte (TMS). Com ele, a transportadora ganha uma visão completa da operação, otimiza rotas, reduz o consumo de combustível, melhora a gestão da frota e passa a tomar decisões baseadas em dados, e não em achismo. Ao monitorar tudo em tempo real e antecipar problemas, a empresa supera os obstáculos que drenam o lucro e transforma eficiência em margem — o que separa as transportadoras que apenas sobrevivem das que realmente crescem.

