
O ministro dos Transportes, Renan Filho, destacou a importância dos investimentos em infraestrutura para o crescimento econômico do Brasil durante a CEO Conference 2026, realizada em São Paulo. Ele apresentou o país como um ambiente favorável para investimentos, destacando a maior carteira de concessões rodoviárias do planeta e a previsibilidade regulatória como diferenciais para investidores internacionais.
O que observar agora
O ministro enfatizou que o país vive uma máxima histórica de aportes em infraestrutura, o que deve impulsionar o crescimento econômico adiante, especialmente diante do cenário internacional de déficits fiscais elevados e aumento de risco. Ele também destacou a importância de transformar a infraestrutura em contratos, obras e entregas para impulsionar a economia, gerar emprego e reduzir os custos do Brasil. Nos últimos três anos, o Ministério dos Transportes realizou 22 leilões de rodovias, com R$ 247 bilhões em recursos contratados, abrangendo mais de 10 mil quilômetros e ampliando a eficiência logística, reduzindo os custos de transporte e fortalecendo a competitividade econômica.
Continue acompanhando as próximas mudanças do setor sem depender do acaso.
Receba no WhatsApp a curadoria da Nacional com os movimentos que realmente exigem decisão de operação, frete e gestão.
Deixe seu WhatsApp para receber a proxima leitura relevante.
Outro marco importante foi a entrada de oito empresas de capital estrangeiro como proponentes nessas concessões. A agenda de 2026 estima 13 novos leilões de rodovias, que devem mobilizar R$ 149,1 bilhões em aportes e alcançar 6.407 quilômetros de corredores logísticos estratégicos, ampliando a capacidade de escoamento da produção, a integração regional e a atratividade do país para o capital privado. No setor ferroviário, o Ministério dos Transportes lançou a Política Nacional de Concessões Ferroviárias, que prevê oito certames e R$ 140 bilhões em novos investimentos para 2026, com potencial de movimentar até R$ 600 bilhões em rotas essenciais e ampliação da malha ferroviária.
A política define diretrizes claras de planejamento, governança, sustentabilidade e um novo modelo de funding, que combina recursos públicos e privados. As melhorias na logística são sentidas em todas as pontas do setor, com destaque para os investimentos em portos, aeroportos, rodovias, ferrovias, petróleo e gás e saneamento, que totalizaram mais de R$ 500 bilhões em contratos assinados em 2025. As debêntures também ampliam o financiamento privado, com um crescimento de 1.174% nos últimos anos, passando de R$ 4,6 bilhões em 2022 para R$ 58,6 bilhões em 2025, destinados ao financiamento de projetos rodoviários e ferroviários.


